Justiça sem Fronteiras

Um movimento de luta pela Paz Mundial, a defesa dos Direitos Humanos e a proteção do Meio Ambiente.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2024

 


Professores, alunos, servidores e colaboradores da UNIPOP BRASIL encerram atividades de 2024 comemorando sucesso da universidade popular

KAMILE CRONEMBERG

 INTERPRESS NEW e AGNOT – 15/012/24 – KC – Com uma grande festa de confraternização entre professores, alunos, colaboradores e simpatizantes, com muitos sindicalistas, líderes comunitários, estudantes e diplomatas do projeto da UNIPOP BRASIL, a hoje famosa universidade popular, uma das principais escolas de formação política e educação popular da esquerda brasileira, com sede em Brasília, encerrou suas atividades de 2024 comemorando o sucesso total de suas ações acadêmicas e culturais no Distrito Federal.

 Estiveram presente ao evento na sede da UNIPOP num jantar de confraternização que teve música ao vivo, eletrônica e dança por toda noite, dezenas de militantes políticos, partidários, sindicais e sociais da Capital Federal.

 Dirigida pelo professor e advogado Acilino Ribeiro, um ex-guerrilheiro da geração 68 e hoje um dos principais ideólogos da esquerda brasileira, a UNIPOP BRASIL, tem como presidente do Conselho Diretor o ex-ministro José Dirceu e em seu quadros de apoio como colaboradores nomes como Frei Beto, Leonardo Boff, Juca Ferreira, Djamila Ribeiro, Beto Almeida, José Geraldo, ex-Reitor da UnB, Pedro Pontual, ex-chefe de Gabinete de Paulo Freire, Beatriz Bissio, ex-diretora da Revista Cadernos do Terceiro Mundo,  dentre tantos outros nomes da academia.

 

Acilino Ribeiro, Diretor Geral da UNIPOP disse que “Esse foi o ano de estruturação e implantação total da UNIPOP onde tudo para nós foi experiência. Fizemos um Seminário de capacitação dos colaboradores, implantamos o Projeto CineMarx, ampliamos nossas relações com os movimentos sociais e sindicais, realizamos palestras e oficinas e agora nos preparamos para em 2025 começar os cursos de formação, capacitação, aperfeiçoamento político e educação popular, aguardando autorização do MEC para a implantação dos cursos de graduação e pós-graduação, além de várias outras atividades que teremos em 2025”, concluiu.

 Segundo o DG da UNIPOP, que funciona num dos mais bem localizados espaços do DF, no CCB, Centro Cultural de Brasília, na Asa Norte, a UNIPOP conseguiu consolidar-se efetivamente como uma escola que formará a próxima geração de estadistas e líderes políticos e populares do Brasil e dos partidos de esquerda e movimentos sociais e sindicais do país.

 Acilino Ribeiro falou durante o evento, oportunidade em que agradeceu o apoio político e também material dos sindicatos que mantem as atividades da UNIPOP e os e as parlamentares que estão contribuindo na construção do projeto da universidade popular através de emendas e projetos institucionais levando cursos e preparando profissionalmente parte da sociedade brasileira excluída do processo produtivo e que agora vão receber apoio e capacitação, como a população de rua, dependentes químicos, profissionais do sexo, imigrantes e refugiados,  idosos, estudantes carentes e várias outras categorias sociais.

 Ele informou que a UNIPOP funcionará até o dia 20 deste normalmente e a partir daí manterá uma equipe de plantão para algumas atividades extras e retornará normalmente ás suas atividades dia 06 de janeiro próximo.

 INTERPRESS NEW e AGNOT – 15/012/24 – KC.


                            
                          Dirigentes da UNIPOP BRASIL no jantar de confraternização .

sexta-feira, 13 de dezembro de 2024

 


Denúncia do deputado Gustavo Gayer (PL / Goiás) contra brasileiros por ligações com o HAMAS feita a embaixada dos EUA e Israel,  MOSSAD e CIA gera problemas para militantes pro-palestina em aeroportos internacionais e muitos processos contra ele.

Por KALINE CRONENBERG

Dirigentes e lideranças do PT, PSOL, PCdoB e PSB, das centrais sindicais, do MST, MPS, MTST, CEBRAPAZ e outras entidades foram denunciados pelo deputado.

     AGNOT – INTERPRESS – 12.12.24 – KC: Denúncia feita pelo Deputado Gustavo Gayer, PL/GO, feita recentemente da tribuna da Câmara dos Deputados e em oficio encaminhado á Embaixada dos Estados Unidos, denunciando dezenas de brasileiros entre parlamentares, dirigentes partidários e ativistas pelos direitos humanos em defesa do povo palestino contra o genocídio cometido por Israel na Faixa de Gaza, tem provocado a revolta de muitos brasileiros contra o parlamentar goiano mas também gerado vários dissabores a quem consta na lista em aeroportos de todo mundo, mas também muitos processos contra o deputado. Lista encaminhada com nomes

https://drive.google.com/file/d/1JInHL3Fmk-me3l3cwS8qAZ6qWHkSaMI8/view .

     Na lista além de parlamentares consta também o nome de diversas organizações as quais o deputado acusa de terem ligações com o Hamas e apoiar a luta dos palestinos, com destaque para o MST, Movimento dos Trabalhadores Sem Terra, MTST, Movimento dos Sem Tetos, CEBRAPAZ, Centro de Luta pela Paz, MPS, Movimento Popular Socialista, ligado ao PSB, além de dirigentes e parlamentares do PT, PSOL, PCdoB e do PSB. Diversos professores e líderes estudantis também são citados na lista.

     Outros militantes pela causa palestina e anti-imperialista em especial parlamentares como as deputadas Érika Kokai - (PT-DF); Fernanda Melchiona - (PSOL-RS); Jandira Feghali - (PCdoB-RJ);  Perpétua Almeida - (PCdoB-AC); e os deputados Ênio Verri (PT-PR); Glauber Braga (PSOL-RJ); Helder Salomão (PT-ES); Ivan Valente (PSOL-SP); Nilto Tatto (PT-SP);Orlando Silva (PCdoB-SP);Padre João (PT-MG); Paulão (PT-AL); Deputado Zeca Dirceu (PT-PR);além dos ministros Deputado Paulo Pimenta (PT-RS); e Deputado Alexandre Padilha - (PT-SP); e o ex-Deputado Camilo Capiberibe  (PSB-AP); constam da lista. Mas também chama a atenção outros brasileiros famosos pela militância e que são considerados “inimigos perigosos” do imperialismo e vigiados constantemente pelos serviços de inteligência norte americano e israelense, dentre eles Acilino Ribeiro, Advogado de movimentos sociais e professor universitário, atualmente Reitor da Universidade Popular – UNIPOP e dirigente nacional do PSB; Ahmed Shehada, Médico e presidente do Instituto Brasil-Palestina; Hélio Doyle, Jornalista;  Jamil Murad - Médico, ex-Deputado Federal e Presidente do Cebrapaz; Milton Temer - Jornalista e ex-Deputado Federal; Sayid Marcos Tenório - Historiador e vice-presidente do Ibraspal;

     Consta ainda os nomes de dirigentes das centrais sindicais e do MST. A ex-deputada Socorro Gomes, presidenta do Conselho Mundial pela Paz; também consta da lista, assim como o casal Maria José Maninha - Médica e ex-deputada federal e Antônio Carlos Andrade Toninho, ambos dirigentes nacionais do PSOL. Todos militantes pela Paz Mundial e os Direitos Humanos.

     Alguns parlamentares e ex-parlamentares, sindicalistas e simples ativista decidiram por processar o deputado Gayer por calunia e difamação, por acusa-los de terrorismo. Por outro lado, alguns dissabores têm acontecido com vários destes militantes em viagem para o exterior como foi o caso do Sociólogo e dirigente do PSOL Thiago Ávila detido no Panamá e Peru, assim como convocado para prestar depoimento à Policia Federal.

     Outro ativista que resolveu processar o deputado é o Diretor Geral da UNIPOP BRASIL, Acilino Ribeiro, internacionalista e militante pacifista anti-imperialista e pelos direitos humanos, que recentemente em viagem a Moscou teve problemas no aeroporto de Istanbul e também quando em viagem a Teerã teve problemas no aeroporto de Amsterdam. Acilino é um conhecido ativista internacionalista, ex-guerrilheiro, revolucionário e ex-dirigente da Internacional Revolucionária que enfrentou o imperialismo durante a Guerra Fria e hoje tornou-se um conferencista internacional em várias universidades do mundo.

      Informações recentes dão conta que a ex-deputada Maninha e o marido Toninho do PSOL, ganharam ação contra o deputado na Justiça brasileira e receberão indenização.

     AGNOT – INTERPRESS – 12.12.24 – KC:


                            


                             




quinta-feira, 10 de outubro de 2024

 

UNIPOP BRASIL forma novos militantes através de

filmes e documentários políticos no projeto CineMarx

Por Katharina Garcia

Grupo de participantes do CineMarx e debatedores do filme Santo CHE.

INTERPRESS – AGNOT - 09.10.24 – KG
– Com a presença de dezenas de professores, estudantes, sindicalistas, diplomatas e militantes políticos e partidários da esquerda no Distrito Federal, o Instituto Cultural Universidade Popular - UNIPOP BRASIL, lançou nesta terça feira, dia 08 de outubro, data comemorativa em homenagem ao líder revolucionário e guerrilheiro heroico, Ernesto CHE Guevara, em sua sede em Brasília, o Projeto CineMarx, onde foi exibido e debatido o filme documentário Santo CHE.

          O referido projeto, conforme declarou o advogado de movimentos sociais e professor universitário Acilino Ribeiro, Diretor Geral da Universidade Popular, UNIPOP “É um dos programas de formação política da Universidade Popular visando formar novos quadros políticos voltados para uma nova geração de líderes que a UNIPOP BRASIL visa colocar nas ruas e nas redes como educadores populares” afirmou.

           Esse programa, segundo ele “se realiza semanalmente ou quinzenalmente, através da exibição de filmes e/ou documentários e vídeos políticos, com uma programação de duas a três horas de duração, dependendo do tempo do filme, com quinze minutos de apresentação sobre o papel da UNIPOP e o projeto CineMarx, quinze minutos sobre o personagem ou a história do que trata o filme e uma horas de debate”, concluiu.

         Após a exibição e o debate cada participante recebe um Certificado de participação e é convidado a continuar a participar dos cursos de formação política, de educação popular e de cultural ideológica da UNIPOP BRASIL e posteriormente desenvolver trabalho de militância para se tornar um educador popular ou assessor popular dos movimentos sociais ou sindical, além de eventualmente participar dos projetos da UNIPOP BRASIL.

          Até o final do ano, serão exibidos mais cinco filmes, sempre com um viés políticos ideológico, geralmente de conteúdo marxista numa discussão dentro do método paulofreiriano, uma mistura explosiva que a extrema-direita odeia e acusa o Diretor Geral da UNIPOP, Acilino Ribeiro de ter inventado para “comunizar” a educação e levar o Brasil ao radicalismo de esquerda.                          

           Os dois filmes que ainda constam do calendário do mês de outubro são, na quinta dia 24, a partir das 18.45 horas, O jovem Marx, uma extraordinária biografia de produção alemã sobre Karl Marx e Friedrich Engels, e dia 31 o premiado documentário de Silvio Tendler, Utopia e Barbárie que conta a história das revoluções, revoltas e rebeliões do século XX e um perfil dos principais líderes revolucionários da esquerda mundial e os crimes do nazi-fascismo. No mês de novembro estão previstas duas apresentações também com dois documentários, o primeiro, Cristianismo e Revolução, mostrando o papel das igrejas na política e na luta revolucionária; e outro Movimento Estudantil e Juventude Revolucionária, que conta a história da UNE, União Nacional dos Estudantes o papel da juventude nas manifestações e barricadas de 1968 e a participação juvenil na política no Brasil e no mundo.

             Ao termino dos debates O DG da UNIPOP, Acilino Ribeiro informou que até o final de dezembro o CineMarx será feito exclusivamente na sede da UNIPOP e a partir de janeiro próximo, será levado toda quinta feira para um lugar diferente, sendo uma quinta para exibição na sede de um Sindicato de Trabalhadores do DF, noutro numa Universidade, em outro numa Embaixada com convidados especiais e na noutra quinta feira numa cidade satélite na periferia do DF.

              A direção da UNIPOP recebeu muitos elogios pela iniciativa que está contaminando a juventude brasiliense, tanto dos participantes como de membros da academia e diversos professores das universidades do DF como dirigentes partidários, os quais Acilino Ribeiro agradeceu e convidou-os a fazerem parceria.

INTERPRESS – AGNOT - 09.10.24 – KG   








     

domingo, 15 de setembro de 2024

 UNIPOP BRASIL forma mais uma turma em
Seminário de formação política no DF
e vira referência ideológica da esquerda 

Por Zélia Gondim



AGNOT – 15.09.24 – ZG: Com mais de oitenta (80) militantes inscritos, dentre professores, estudantes, lideranças de movimentos sociais e dirigentes de partidos políticos do DF, e uma participação efetiva de mais de sessenta e cinco (65) deles no Seminário de Formação Política, Educação Popular e Integração Partidária, Sindical e Social, o Instituto Cultural Universidade Popular, nacionalmente conhecida como UNIPOP, uma escola de formação política para militantes políticos, da esquerda brasileira, encerrou seu primeiro evento de formação em Brasília neste ano sábado, 14, com uma presença enorme de jovens militantes da esquerda e dezenas de líderes de movimentos sociais e partidos políticos, além de professores de várias universidades do Distrito Federal.

O Seminário abordou dentre outros temas inicialmente a experiência na formação de militância e base social dos partidos políticos, com palestras dos presidentes regionais e/ou secretário nacionais de formação política dos partidos políticos no DF e também de movimento sociais e centrais sindicais, uma vez que a UNIPOP espera colher experiências e conteúdo para a elaboração do seu Projeto Político Pedagógico. Dentre os doze (12) partidos presentes estavam o PT, representado pelo presidente Regional Jacy Afonso, o PSB, com o Vice Presidente da Fundação João Mangabeira e Reitor da Faculdade Miguel Arraes, Alexandre Navarro, além de dirigentes do PDT, PCO, PV, PCdoB que deram depoimentos sobre a política de formação dos respectivos partidos. Também se fizeram presentes numa articulação da direção UNIPOP militantes do PCB, UP, REDE, PSOL, Avante e Cidadania que elogiaram muito o seminário e fizeram várias propostas de integrar a militância partidária no DF.

Militantes da CUT, CTB, UNE, CONTAG e CMP, além de professores e alunos de diversas universidades estiveram presente e participaram dos debates, os quais consideraram bastante integrativo e inovador em método e conteúdo, em especial pela referencia de Paulo Freire usado durante todo o evento.

O Seminário foi organizado pelo GT Pedagógico-Acadêmico e de Formação da UNIPOP e pelo Coletivo Acadêmico e Popular da Universidade Popular no DF. Esse mesmo seminário se realizará nos demais estados onde a UNIPOP tenha um Campus Avançado.

A UNIPOP BRASIL vem se tornando uma referência política e acadêmica em todo o país pela experiência acumulada que tem desde 2007 quando foi fundada com o nome de Escola Internacional de Formação Política formando novos militantes, e agora, após cinco em completo recesso pelas perseguições do bolsonarismo, é reestruturada numa aliança política e acadêmicas de antigos militantes da Geração 68 e novos colaboradores da Geração Z, além da busca de interação com a Geração Alpha, diversos professores e estudantes de várias universidades do país e devido ao seu método inovador e conteúdo pedagógico paulofreiriano de militantes de uma Nova Esquerda com novos marxistas, está atraindo jovens militantes ansiosos para participarem politicamente da vida política do país a se engajarem em seu projeto de educação popular, junto com movimentos, partidos, universidades, escolas de formação e ONGs.

O Diretor Geral da Universidade Popular – UNIPOP BRASIL, advogado e professor Acilino Ribeiro, ex-militante da esquerda armada revolucionária nos anos de chumbo e também um ex-guerrilheiro sobrevivente da Geração 68, é considerado hoje um dos dez melhores educadores populares do Brasil, e também um dos quadros mais respeitados da esquerda brasileira, além de ser um dos mais admirados quadros acadêmicos do país. Também estiveram presentes proferindo palestras sobre o tema do seminário, o psicólogo e educador Pedro Pontual, ex-chefe de gabinete de Paulo Freire, o sociólogo Carlos Michiles, o economista Luiz Fenelon e o Sociólogo Daniel Saider. Todos especialistas na área. AGNOT – 15.09.24 – ZG:


              
          Acima, Diretor Geral Acilino Ribeiro proferindo palestra e abaixo debate dos grupos.



quinta-feira, 13 de junho de 2024

 



 Esquerda cria universidade de formação politica e educação popular com intelectuais, educadores, movimentos sociais e partidos políticos com sede no DF

Por TALLITA MARRONE

   AGNOT – 12.06.24 TM -  Com o auditório do Centro Cultural de Brasília – CCB dos Jesuítas, completamente lotado e ainda dezenas professores, pedagogos e militantes partidários e de movimentos sociais dos vinte seis  estados do país, participando de forma On-Line, se realizou nesta terça feira, dia 11, das 18 as 22 horas o Encontro Nacional da UNIPOP – Universidade Popular, coordenado pelo advogado de movimentos sociais, professor universitário e educador popular Acilino Ribeiro, o ex-ministro e ex-deputado José Dirceu e o psicólogo, educador social e professor Pedro Pontual. Todos com vasta e histórica experiência na área de formação política e educação popular.

             A UNIPOP é uma escola de formação política pensada por militantes da esquerda brasileira e uma tese desenvolvida por intelectuais com o objetivo de formar uma nova geração de políticos brasileiros dentro de uma a nova esquerda que preserve os princípios básicos do socialismo e da democracia porem com novas estratégias de ação e táticas políticas.

             Dentre seus objetivos começando por sua palavra de ordem, a UNIPOP é: “uma escola militante educando para um mundo sem fronteiras”, objetivando formar militantes na defesa dos direitos humanos, proteção do meio ambiente, conquista da paz mundial, a solidariedade humana e a autodeterminação dos povos, dentre outros objetivos.

                           

               Pedro Pontual considerado hoje um do mestre do conhecimento do método e  da filosofia de Paulo  Freire, com quem trabalhou durante anos, afirmou em sua palestra que “o ressurgimento da UNIPOP não é a reinvenção da roda, mas o nascimento de uma nova escola através da experiência acumulada de outros educadores e outras teses educacionais, assim como foram o Instituto Cajamar e as escolas sindicais, comunitárias e partidárias”. Mais adiante afirmou que “a UNIPOP tem um papel fundamental na formação não só da juventude, mas de muitos líderes de massa e quadros políticos para a nosso país”, concluiu.

                O ex-ministros José Dirceu, um dos principais entusiastas da ideia e presidente do Conselho Diretor da UNIPOP, oficialmente Instituto Cultural Universidade Popular, fez uma análise de conjuntura que empolgou os participantes do evento. Dirceu fundamentou a necessidade de construção de uma universidade de novo tipo fazendo uma análise histórica do desenvolvimento brasileiro, e desenvolvendo uma linha de raciocínio sobre a necessidade de reconstrução do Brasil, considerando as perdas e prejuízos do país nas mãos de governos conservadores e de Direita. Concluiu afirmando que a UNIPOP tem um papel fundamental na formação da nova juventude e de novos quadros para um país com sede de desenvolvimento diante de tantas riquezas naturais exploradas por forças estrangeiras. “Esses quadros e essas lideranças vão continuar nosso projeto de um Brasil soberano e democrático”, concluiu.

                 Ambos, Dirceu e Pontual elogiaram o trabalho de Acilino Ribeiro nessa obstinada caminhada para construir a Universidade Popular.

                 Em sua fala Acilino Ribeiro, Diretor Geral e que exerce o papel de Reitor da UNIPOP criticou o modelo educacional atual e sua dependência, além do abandono da política de formação da militância por parte dos partidos políticos e disse que “é preciso neste momento moldarmos um modelo que se contraponha ao modelo que a Direita tenta instituir no país e enfrentarmos a pedagogia do coturno e as escolas cívico-militares que não passam de cabide de emprego para policiais e miliares da reserva e centro de preparação militarizadas para uma geração de fascistas”, afirmou.

                 O Jornalista Beto Almeida, Diretor da TV Comunitária DF e da TELESUR e o diplomata Gustavo Weshman também presentes manifestaram apoio na construção da UNIPOP e sua importância na construção de um novo modelo educacional e de uma nova geração de líderes.

                                   

                  A UNIPOP realizará dentro de sessenta dias um Seminário Nacional sobre o modelo de Universidade Popular com o tema - Formação Política e Educação Popular - Educando para um Mundo Sem Fronteiras - onde a lista de convidados vai desde importantes figuras nacionais ligadas a área de educação popular como os três acima citados, Dirceu, Pontual e Acilino e  outros como Frei Beto, Leonardo Boff, João Pedro Stédile, Raimundo Bonfim, Maria da Glória Gohn, Marilena Chauí, Djamila Ribeiro, Ademar Bogo, Ranulfo Peloso, Vladimir Saflatte, Eric Nepomuceno, Daniel Seidel dentre outros a personalidades internacionais como Noam Chomsky, Aleida Guevara, Ângela Davis e Leyla |Khaled.

                     O evento surpreendeu as expectativas dos organizadores com uma participação de mais de 100 militantes, principalmente professores universitários com um grande destaque para os da UnB e diversos militantes dos partidos de esquerda como PT, PCdoB, PSOL, PDT, PSB, PCO, PCB e UP. Vários outros simpatizantes de movimentos populares se fizeram presente, entre eles do MST, CUT, CONTAG, CTB, UNE, UBES, ambientalistas e líderes comunitários participando dos debates, prestando apoio e manifestando interesse em levar a ideia da UNIPOP ao restante do País. AGNOT – 12.06.24 TM - Brasília – DF 12.06.24.









segunda-feira, 15 de abril de 2024

 

Irã responde ataques de Israel, mostra grande poderio militar e tem apoio popular no Brasil


Manifestações populares no exterior em apoio ao Irã

                                                             Por KHATARINA GARCIA

AGNOT  15.04.24 - RJ / SP / DF - KG - Numa ação militar sem precedentes na história da geopolítica do Oriente Médio, a República Islâmica do Irã, baseada no artigo 51 da Carta da ONU que garante o direito de defesa a um país que tenha sido atacado por outro sem qualquer motivo, e como resposta aos ataques terroristas de Israel contra diplomatas e civis iranianos na Embaixada do Irã em Damasco, na Síria, e morreram sem qualquer direíto a defesa, respondeu ao assassinato de seus cidadãos pelas forças sionistas num ataque relâmpago a Israel sob a coordenação estratégica da Guarda Revolucionária Iraniana e de sua  Força Aérea, considerada uma das mais poderosas do mundo.

No Brasil, diversos movimentos sociais, sindicatos, organizações populares e coletivos sociais, em especial grupos e comitês de solidariedade ao povo palestino, venezuelano, cubano, nicaraguense e outros foram ás redes sociais demonstrar apoio ao povo iraniano e a ação do governo de Teerã.

                                

Grupos de ação política anti-imperialista no Brasil, em sua maioria no RJ, SP e no DF estão se articulando para criarem um movimento nacional de solidariedade ao Irã no Brasil uma vez que o Irã sofre constantes ameaças de retaliação por parte dos EUA e de Israel. Este movimento de apoio ao Irã também contou com o apoio da direção do Comitê Brasileiro de Solidariedade ao Povo Palestino, do Comitê Latino Americano Anti-imperialista centenas de militantes dos partidos políticos de esquerda no Brasil, como o PT, PCdoB, PSOL, PSB, PDT, PCB, UP, PCO, PSTU e outros, tradicionalmente favoráveis a Palestina na sua luta de libertação contra Israel.

Estão sendo articuladas ações de apoio ao Irã em diversas universidades brasileiras através de líderes de movimentos sociais em vários estados objetivando organizar um grande movimento internacional aos iranianos devido o perigo de ampliação dos conflitos e explosão de uma guerra na região do Oriente Médio, afirmou um dos organizadores do movimento.

AGNOT – 14.-4.24 – KG.





 

Irã usa direito de defesa da Carta da ONU e dar resposta militar a Israel que se desespera e pede socorro aos EUA e União Europeia

Numa impressionante demonstração de proeza militar, à meia-noite do sábado (13), o Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica do Irã (IRGC) realizou uma operação híbrida sem precedentes contra três alvos militares israelenses no territórios ocupados da Palestina, em resposta ao ataque terrorista do regime de Benjamin Netanyahu contra o consulado iraniano em Damasco, capital da Síria, em 1º de abril, com saldo de 16 assassinados, incluindo dois generais especialistas em contraterrorismo.

 Chamada de True Promise, a ação de retaliação iraniana teve uma natureza limitada e proporcional da agressão israelense que violou o Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas, e teve lugar no quadro do Artigo 51 da Carta das Nações Unidas e no exercício do seu direito à legítima defesa, num momento em que o Estado terrorista e sionista continua com suas ações ilegais, genocidas e castigo coletivo contra o povo palestino na Faixa de Gaza.

 Segundo o presidente do Irã, Ebrahim Raisi, a operação se concretizou a promessa do líder da Revolução e da República Islâmica, o Aiatolá Ali Khamenei, de esbofetear o agressor israelita. De acordo com autoridades israelenses citadas pela CNN, AP, Reuters e The New York Times, o Irã lançou 185 aeronaves não tripuladas (drones), 36 mísseis de cruzeiro e 110 mísseis superfície-superfície.

 Vale a pena citar uma declaração do porta-voz das Forças de Defesa de Israel, Daniel Hagari, que afirmou que durante os últimos seis meses, o regime de Tev Aviv tem operado em estreita coordenação com os seus parceiros (NATO), liderada pelo Comando Central dos EUA, Reino Unido, França e outros países. Explicou que a França tem tecnologia muito boa, aviões, radares, e que as suas forças contribuíram para patrulhar o espaço aéreo israelense. A sua vez, o General Michael Kurilla, chefe do Comando Central do Pentágono, esteve em Israel no fim de semana co-presidindo a defesa aérea junto ao alto comando militar daquele país.

 No entanto, a simultaneidade de ataques do tipo enxame híbrido o Irã dificultou as possibilidades de defesa, mesmo com os sistemas dos Estados Unidos localizados em seu enclave israelense e outras bases em Médio Oriente, e no sábado dia 13 o céu ficou pintado de vermelho, revelando mais uma vez, como aconteceu com a Operação do Hamas em 7 de outubro com o mito da capacidade de dissuasão posição estratégica dos Estados Unidos, Israel e NATO na sub-região.

 A Operação True Promise do Irã teve várias fases. De acordo com relatou Al Mayadeen, citando PressTv, os ataques foram precedidos devido a uma série de ataques cibernéticos contra infraestrutura sistemas elétricos e de radar do regime sionista, que causou apagões massivos e forçou o fechamento do espaço aéreo os territórios ocupados. Por volta das 23h no Irã, a divisão A da IRGC aeroespacial lançou a sua operação militar de retaliação contra o regime terrorista de Israel. A primeira onda incluiu dezenas de drones Shahed-136 kamikazes, uma munição ociosa em forma de asa delta, pouco observável e com baixa sinalização, com alcance de 2 mil km e que possui uma ogiva de 50 quilos. O drone tem uma velocidade de cerca de 200 km/h, o que exigiu um voo de cerca de cinco horas antes para alcançar seu objetivo. Depois da primeira onda, aconteceram mais três em intervalos de meia hora. No total, lançaram entre 400 e 500 drones.

 A próxima fase foi o lançamento de uma série de mísseis balística e de cruzeiro, acompanhadas por ataques simultâneos de drones e mísseis dos grupos do Eixo da Resistência Iraquiana, Iémen e Líbano. Até agora os modelos de mísseis são desconhecidos e conseguiu, embora, aparentemente, alguns fossem Kheibar Shekan, com um alcance de 1.450 quilômetros e uma ogiva de meia tonelada. De acordo com alguns relatórios, os mísseis hipersônicos iranianos Fattah estavam presente na ação.

 O site PressTv disse que os principais alvos eram bases soldados do regime de ocupação sionista, das Colinas de Golã para o deserto de Negev. Pelo menos sete mísseis hipersônicos teriam atingido a base aérea de Nevatim, conhecida como Hatzerim, localizado a 1.100 km do território iraniano e 15 km a sudeste da cidade de Berseba, no deserto de Negev. A base abriga aeronaves Caças stealth F-35 usados ​​em ataque terrorista israelense contra o consulado iraniano em Damasco, além de unidades F-15 e F-16 e grandes armazéns de armas sofisticadas. A agência de Notícias iranianas IRNA relatou que mísseis Khaibar atingiram a base e vários aviões teriam sido destruídos. Segundo porta-vozes israelenses, a base sofreu pequenos danos. Eles também teriam sido atingidos por mísseis Sede da inteligência israelense no Monte Hermon (Colinas de Golã) e Ramon, outra base aérea militar no Negev. O Irã não atacou nenhum alvo civil.

 Poucas horas depois do ataque, a Missão Permanente do Irã na ONU iniciou uma mensagem nas redes sociais ser considerado a missão concluído. Contudo, se o regime israelita cometer outro erro, a resposta do Irã será consideravelmente mais severa.

 Além disso, alertou Washington que deve manter-se afastado de conflito e que dará uma resposta dura e simétrica a qualquer ação lançada contra Teerã a partir de qualquer território do mundo. De acordo com a mídia em Tel Aviv indicou, Israel foi submetido a humilhação sem precedentes, e o Irã, na sua resposta, demonstrou audácia, poder de fogo e praticidade; Para o Canal 14, a resposta iraniana foi a mais grave em termos de importância e contexto desde a criação do Estado em 1948.

Israel teme perder uma guerra direta para o Irã e ficar desmoralizado perante o mundo e já pensa em recuar.

 

Fuente: https://www.jornada.com.mx/2024/04/15/opinion/018a2pol